Fim de ano

Hoje finalmente tirei a mala da parte de cima do guarda-roupa. Falta pouco pra ir pra casa. Bem pouquinho mesmo. Preciso organizar o que vou levar. Ainda bem que já estou com o presente de Natal de todos. É... final do ano, Natal. Confesso que esse período me traz uma melancolia ardente no peito. Uma mistura estranha de sentimentos bons, outros nem tão bons assim. É a época que vou pro lugar de onde eu vim, rever a família e os amigos queridos. Que coisa boa tudo isso seria se esses sentimentos que não são tão bons assim fossem embora. Certo, em determinados momentos eles vão embora sim. Mas insistem em voltar. Eu tento entender o porque dessa insistência toda. Talvez seja pelo fato de querer ir pra casa e voltar pra casa. Pra minha casa. Talvez pelo fato de deixar pedacinhos de mim espalhados por ai. Reuní-los todos seria tão difícil, que eu poderia até mesmo dizer impossível. Mais difícil é entender isso tudo. Complicado querer que esses pedacinhos se juntem e se transformem numa realidade sublime. Enfim, o Natal vem chegando... E a Dani vai andando. Por ai, por aqui. Num rumo estranho, mas feliz.
Acalentem¹ seus ouvidos com essa versão belíssima de "Have yourself a merry little Christmas" cantada por Ryan Edgar. Aproveitem e ouçam as outras músicas do cara. Muito, muito, muito bom...


Have yourself a merry little Christmas,
Let your heart be light
From now on
our troubles will be out of sight

Have yourself a merry little Christmas
Make the Yule-tide gay
From now on
our troubles will be miles away

Here we are as in olden days
Happy golden days of yore
Faithful friends who are dear to us
Gather near to us once more

Through the years
We all will be together
If the Fates allow
Hang a shining star upon the highest bough
And have yourself A merry little Christmas now


¹Eu escrevi acalentem? Que brega! Haha

Cores no vento


Carolina vivia longe. Muito longe. Era uma menina de pele alva, ligeiramente rosada pelo sol quentinho que a acompanhava pelas caminhadas diárias. Tinha os lábios vermelhos, como se tivesse comido moranguinho. Seu espírito era doce e leve. O que compensava a ousadia aflorada diante dos fortes desafios que frequentemente a perseguiam. E mais um desafio surgia naquele dia. Passeando entre galhos e aquelas plantinhas que insistiam em nunca morrer, Carolina viu aquela que poderia ser a mais bela das flores. Correu ao seu encontro, chegou até a se machucar em um dos galhos pontudos. Pulou duas pedras com formato de nada. Finalmente chegou na flor. Se abaixou lentamente, segurando os longos cabelos clarinhos que vinham no seu rosto por causa do vento forte. Puxou com muito cuidado a florzinha. A flor era realmente muito bonita. De repente uma pétala caiu. Outra. Mais uma. E um forte vento bateu, levando todas as pétalas daquela flor que estava nas mãos de Carolina. E a flor não tinha mais a beleza de antes. Era apenas um palitinho verde... sem graça. Carolina bem que tentou juntar as pétalas que estavam ali pelo chão. Mas nada se podia fazer por aquela delicada flor. Carolina caminhou até junto das pedras com formato de nada e ali se sentou. Começou a pensar que nunca mais chegaria a encontrar uma flor com aquelas pétalas que se foram ao vento. Seu espírito doce, naquele momento, se sentia azedinho. Que triste nunca mais poder encontrar uma flor assim. Carolina olhou para o horizonte. Começou a sondar ao seu redor. Novamente viu as pétalas pelo chão. Olhou mais adiante. Lá bem longe viu aquilo que poderia ser a mais bela cor que poderia ter visto em toda sua vida. De repente seu espírito voltou a ser doce e tão leve quanto antes. Levantou e foi naquela direção. Procurar de onde vinha aquela bela cor. Vinha de uma flor, mais uma! Infelizmente não conseguiu tocar naquela flor... mais uma vez o vento levou suas lindas pétalas. Mas dessa vez Carolina não se entristeceu como antes, pois sabia que a mais bela flor apareceria não tão cedo nem tão tarde, mas na hora certa. E seria forte, cuidada com carinho. E nenhum vento levaria suas cores embora.

Mãe, vc é minha melhor mãe!


Venho por meio desta demonstrar meu intenso carinho pela minha mãe. Ela é a pessoa mais de bem com a vida, mais engraçada, sem noção, inteligente e mãe (no mais literal sentido da palavra) que eu conheço. Sabe pq me deu vontade de vir dizer isso tudo aqui? Pq mesmo diante de todas as lutas, todos os problemas que vcs mal podem imaginar quais são, ela criou três filhos que aprenderam a voar como águias e não esmurecer diante das situações. Me orgulho muito da minha família, mesmo ela tendo todos os problemas que tem. Meu irmão do meio vai se formar em medicina em breve, meu irmão mais novo agora é chique. Até o Bob Burnquist ele conhece!

Um salve pra Dona Sandra, galera!

Olha o que o Fê faz da vida: http://www.triboskate.com.br

E o título do post se refere a uma das ilustres e inteligentérrimas citações do Fellipe. Ele fez esse versinho pra ela no dia das mães, quando ele tinha uns 5 anos. Sempre assim... o Danillo com as palavras mais corretamente ditas e o Fellipe falando nada com nada. Pior que marcou tanto que até hj a gente diz isso pra ela.

A incrível arte de morar sozinho I

Pra variar um pouquinho, tudo começou no começo. Logo que eu me mudei pra esse apartamento aqui onde eu moro, me deparei com um grande desafio. Em uma bela noite de verão, estava eu a estudar no modo "punk" pra uma matéria de gerenciamento. Acho que era o meu segundo dia aqui em casa. Eu tava toda empolgada porque tinha luz elétrica no quarto e na cozinha (sim, porque eu não consegui instalar todas as lâmpadas sozinha). Minhas janelas de 2.00 x 1.40 m estavam abertas, escancaradas. E eu ouvia apenas o som do vento "fuá-fuá" batendo na árvore de flores lilás que fica no quintal do vizinho de trás. E eu concentrada, estudando. Ai meus ouvidos começaram a perceber um som que não era o do vento. Um "qui-qui-qui" esquisito. Vi que o
"qui-qui-qui" não tava vindo de tão longe assim. É, ele tava bem ali a minha esquerda, grudado no cantinho entre a parede e a persiana. Um morcego! Nunca senti tanto nojo desse tipo de criatura como naquela noite. Pensei em gritar desesperadamente, que é o que eu faço quando me sinto em situações altamente periculosas. Mas logo desisti. Lembrei que na escola a gente aprende que esse bicho é cego e, por isso, supus que ele iria me ouvir muito bem e sair voando e se enroscar no meu cabelo, me morder e sugar todo meu sangue até eu virar uma vampira e atacar a humanidade durante as sombrias noites de lua cheia. E agora? Confesso que eu fiquei estática durante alguns bons 10 minutos. Dura, estátua, pensando no que fazer. E o bicho lá, com seu "qui-qui-qui" medonho. Ai não deu outra. Sai com mais de mil do quarto. Se tivesse camera escondida talvez eu pudesse ir pro Top 5 do CQC. Eu me lembro que eu desci da cama abaixada, no melhor estilo treinamento do exército no meio da Floresta Amazônica. Isso tudo muito rápido. Ai sai correndo, gritando por dentro. Bati na porta dos meus vizinhos marijuana. Eu deveria tá com uma cara muito tenebrosa, porque me lembro do moço perguntar "guria, tu tá bem" em tom preocupado. Contei que tinha um morcego no meu quarto. Certo, eles riram. Riram muito de mim. E eu também ri bastante. Mas por dentro eu pensava "que droga, eu moro só e não sei me comunicar de maneira amistosa com morcegos". Conclusão: os maijuana são biólogos, pegaram um pano e tiraram o bicho do meu quarto tranquilamente, como se tivessem capturando um mosquitinho qualquer. E, pela primeira vez, fui salva de uma situação de extremo perigo. E morando sozinha.

Odeio Aeroportos

Sabe de uma coisa? Hoje fui levar a Cris no aeroporto. Ela foi pra França fazer parte do doutorado dela. Andando por ali por aquele lugar cheio de mulheres iguais te chamando de "só um momento, senhora" e "tendo o maior prazer em atendê-lo" eu comecei a pensar em algo engraçado. Quem me conhece sabe o quanto eu amo viajar, conhecer lugares diferentes. A sensação de ir pra algum lugar me deixa extremamente feliz. Mas eu sempre me questionei quanto ao sentimento que eu tenho quando vou ao aeroporto. Seja lá onde for, aquilo que bate dentro de mim acaba tendo um som semelhante. Indo pra Belém no final do ano, indo pra São Paulo, voltando de lá. Indo passear ou fazer uma prova qualquer. A sensação de ir além daquelas portas ou de esperar que alguém venha ou se vá através delas acaba por me envolver de maneira tal que, sinceramente, eu não sei escrever aqui o que é que se passa por dentro do meu coração de melão e minha mente de doente (mentira, eu sou normal). Independente da situação, ir ao aeroporto, ao mesmo tempo que me proporciona uma sensação de perda, me oferece um sentimento daqueles que deixam na boca um gostinho de quero mais. Que triste. Muito triste viver sempre com essas sensações que não têm fim. Não quero mais me sentir triste quando vou ao aeroporto.

Essa ai embaixo na foto comigo é a Cris, que viajou hoje.

Pip!

Ok! Eu assumo. Acordo, tento descobrir se o dia tá ensolarado ou não pela frestinha da persiana, levanto meio cambaleando da cama. Sempre me bato na porta do meu quarto. Sigo rumo a sala - como se ela fosse muito longe. E ai, subtamente, como se ele fosse parte integrante do meu ser, ligo o computador! Rápido, preciso olhar meus emails, orkut, facebook, myspace, twitter, plurk e afins. Sou viciada. Internet's Anônimos pra mim.

Ps: Apenas lembrando que eu sou muito exagerada.

Vrummmm!

É assim que tem sido a sonoplastia pra esses últimos capítulos do filme da minha vida. Pera, não os últimos. Me pareceu meio mórbido isso. Mas os mais recentes capítulos do filme da minha vida. Direto de Pelotas pra mais uma fase dos meus experimentos químicos. Vrum! Vrum! Vrum! Mas tá tudo sendo muito divertido. Vou contar pra vcs do meu último findi.


Posso começar a história com um "querido diário"? Posso, né? O blog é meu.


Querido diário, sábado de manhã tive algumas responsabilidades profissionais aqui em Porto Alegre. Alguns dos meus amados amigos me ajudaram a resolver essas responsabilidades e bem rapidinho terminamos o que eu tinha que fazer. Almoçamos no restaurante chinês que a gente sobe muitos degraus de escadas pra entrar e come tanto que, na hora de ir embora, desce rodando pelos degraus. Ai depois eu fiz uma coisa muito ruim: eu, a Angela e a Cris fomos de motorista (leram bem?) pra Novo Hamburgo comprar sapato! Uh, beleza!!! Confesso que depois de sair das muitas lojas que eu entrei e ter visto milhares e milhares de sapatos, uns mais lindos do que o outro, fiquei meio tonta e com dor de cabeça. Ai de noite fiquei em casa. Domingo acordei tarde e fui na casa da Angela almoçar. Fiz meu famoso risoto de camarão. Preciso conseguir fazer outra receita dar certo. É, querido diário, nem todo mundo é que nem a Cris, que tudo que cozinha fica bom. Mas eu prometo melhorar. Comemos até explodir, só pra variar um pouquinho. Depois vimos Sex and the City, aquele filme, sabe? Muito legal. Descobri que eu realmente gosto disso. Querido diário, se eu tivesse rios e rios de dinheiro e não fosse bolsista, eu seria uma pessoa muito semelhante aquela moça que usou um pássaro na cabeça quando foi casar. Que vidinha mais ou menos a dela: escreveu uns livros, recebe muito dinheiro, tem amigas maravilhosas e é apaixonada por sapatos. Hm... Pensando bem, pode ser que eu chegue próximo a ela, os dois últimos itens da descrição dela eu já tenho. Ai meu findi terminou assim: fui pra igreja e foi ÓTIMO! Faz bem ir na igreja. Se não fizesse bem, Deus não insistiria tanto e não teria nada escrito sobre isso na Bíblia. E ai eu vim pra casa, dormi, acordei e já era segunda! Legal, né?



Se alguém quiser ir comigo na igreja domingo que vem é só levantar a mão.

Flores do jardim

Fiquei longe do blog, né? Fiquei mesmo. Muitos acontecimentos históricos na minha vida. Pelotas me engoliu ontem e hj, fui resolver umas coisas dos meus experimentos químicos. Amo os docinhos de Pelotas. Praticamente só os doces. E o feijão que a mãe da Ju faz. Aquela cidade é impressionantemente fria e úmida, o que faz a gente sentir como se tivesse gelo andando pelo tutano do osso. Fora que sei lá, talvez por influência do que fui fazer, acabei achando td meio sem cor. Ai eu cheguei em Porto Alegre e percebi como as flores são importantes na vida das pessoas. Imediatamente me lembrei do que eu li um dia desses:
Quem vive perto das flores, corre o risco de ficar colorido.

Será? Eu acho que sim! Hehe

Puft, voei!


De tanto puxarem o meu tapete,
De tanto ter a sensação de que o chão sumia sob meus pés,
é que eu aprendi a voar...

Luciano Martini

A linda hístória deles dois

Em um reino muito distante, a princesa Cheirosinha vagava em seus pensamentos de alfazema. Vagava solitária, sonhando sonhos distantes e adocicados, cheios de flores e sabores docinhos, daqueles que se sente lá no fundo da língua. Um dia tropeçou numa pedrinha. Ops, não! Que estranho. A princesa Cheirosinha olhou pra baixo e viu que aquilo que ela tinha tropeçado não era uma pedrinha. Era um Biscoitinho. Pequeno, repleto de um suculento recheio sabor chocolate com um adicional de pedrinhas que fazem tlic-tlic na boca. A princesa, então, se abaixou. E com muito cuidado, pegou o Biscoitinho do chão. Com carinho o limpou. Tirou a sujeirinha que tinha grudado nele. E olha que ele estava bem sujinho. Também, já tinha ficado ali no chão por anos. Sozinho, deixando de ser o Biscoitinho que era, esperando alguém olhar pra ele. Ai a princesa foi sorridente cuidar dele na cozinha do seu castelo de cristal. Jogou pózinhos das cores marrom, bege e amarelo. O amarelo era mesmo só pra dar um ar mais alegre. O Biscoitinho foi ficando cada vez mais forte. Cada dia que passava, ele via que junto com a princesa Cheirosinha, qualquer problema que acontecesse era apenas algo que serviria pra ele crescer. E ele cresceu. Cresceu bastante! E se tornou o Biscoito. Um Biscoito que cuidava das pessoas ao seu redor, da mesma maneira que a princesa Cheirosinha cuidava dele. Claro que uns cuidados especiais, como beijinhos e abraços encantados, eram só deles dois. Ai sabe o que aconteceu? Biscoito e Cheirosinha decidiram casar. E casaram. Ai o reino dos sonhos impossíveis os fez realidade! E eles viveram felizes... para sempre juntos.

You're doing just fine

Oie! Voltei domingo de Fortaleza. Foi muito legal. Depois coloco fotos aqui pra todos verem. Agora minha vida está a maior correria. Não vejo a hora de terminar meus experimentos químicos! Então, pra não deixar meu blog às moscas, vim sugerir uma musiquinha pra vcs.

Trata-se de Jaymes Reunion. Esse cara não é nem um pouco conhecido. Pra variar um pouco, eu gosto. Quem me conhece sabe que eu geralmente gosto das músicas que ninguém conhece, curto sozinha mesmo e me divirto. Eu achei esse vídeo de duas meninas cantando a música Fine. Coitadas, são doidas. Ouçam e vejam ai, tá bom?

Problema de Tela

Ok, Ok pessoal!!! Lembram daquele cara que falava isso? Ai ele dizia "eu aumento, mas não invento"! Que tosco. Pois é, eu me ausentei do meu blog querido do coração por motivos de tela. Sim, motivos de tela: a minha tela tá com bugs e só liga quando quer. Hj ela ligou, por um milagre! No mais literal sentido da palavra. Mas ela não tá funcionando direito, tá td azul. Me sinto no céu com todo esse azul.

Vim avisar vcs que segunda eu vou pra Fortaleza, participar do Entac. Como se eu tivesse obrigação de dar satisfação dos meus atos, né? Não vejo a hora de chegar lá e ver o mar, salgado mar, quanto de teu sal são lágrimas de Portugal. Coloquei aqui embaixo uma foto com algumas das meninas que vão pro Entac. Tirando as de preto, todas as outras vão. As mulheres estão dominando o mundo, meus amigos! E mais embaixo um pouquinho, uma fotinha do lugar pra onde eu vou. Ruim, né? Hehe


Meninas que já dominaram o mundo.

Fortaleza, meus amores!

Beijos a todos e mtas felicidades! Hahaha Eu me surpreendo nas minhas breguices, mas é com sicneridade!

Survey - again

Ok, pessoas queridas do meu coração. Sumi, não foi? Sumi, sim! Tem muita gente dizendo pra mim ultimamente que eu sumi. Mas enfim, o negócio é que meu computador simplesmente não liga de jeito nenhum. Já fiz de tudo, até bati um papo cabeça com o queridinho, mas não deu certo. Ele cansou de mim. E eu dele! Alguém quer me fazer uma doação? Aceito MacBooks e compatíveis.


No mais, divirtam-se com mais uma Survey.




Has anybo​dy ever told you that you'​re too young​ to be in love?​
Not that I remember now.


Did you learn​ anyth​ing from the last BIG mista​ke you made?​
I think so.


Do you have a favor​ite brand​ of shoes​?​
Hm... Yes, I do. Actually I have a passion for shoes. I wish I could be rich to buy all cute shoes I see.


Do you like rolle​rcoas​ters with big drops​?
Yes! They are awesome!!!


Do you have any insid​e jokes​ with your paren​ts?
Yes! HAHA


Have you ever throw​n a surpr​ise party​ for someb​ody?​
Yes, a few. But had never have one.


Did you ever want a pony for a gift as a kid?
Nope.


Do you know who your moms favor​ite singe​r is?
Yes! João Alexandre. She likes him so much and once they started talking after one of his concerts and then they became close friends.


What year were you born in?
1983


The last time you got dress​ed up - where​ were you going​?​
Out with friends.


Have you ever gone to a schoo​l that made you wear unifo​rms?​
Yes.


What is your favor​ite card game?​
Poker


Have you ever tried​ to surf?​
Yes, but it's too hard.


Do you want to learn​?​
Learn what? Surfing? Yes, it would be cool.


Hones​tly,​ have you ever moone​d anybo​dy?​
Who didn't?

Have you ever had a song dedic​ated to you?
No.


What accen​t do you like the most?​
Mine (LOL). Just kidding, depends on who is the speaker.


Yes or no: Apple​ pie?
I like anything with sweet taste.


Yes or no: Candy​ apple​s?​
That's something sweet i don't like a lot.


Are you a heavy​ sleep​er?​
Oh my God! I took 1 hour to get out of the bed this morning.


Do you know how to make those​ paper​ fortu​ne telle​rs?​
I don't think so.


Hones​tly,​ have you ever re-​gifte​d somet​hing?​ What was it?
HAHAHA Yes! I don't remember now.


How many month​s away is your birth​day?​
Like eight...


Have you ever been on a blind​ date?​
Never


Is the close​t in your bedro​om a walk-​in close​t?​
No, I wish. More room for more clothes. :)


Do you enjoy​ cooki​ng?​
Hm... depends on my mood.


Which​ one of your famil​y membe​rs do you wish you could​ see more often​?​
All of them!


What room in your house​ is the messi​est?​
Haha!


Do you know any sign langu​age?​
Kind of yes.


Have you ever reque​sted a song on the radio​?​
Yes!


Are you proud​ of your paren​ts?​
Yes, I am.


What was the last amuse​ment park you went to? Who were you with?​
Hopi Hari. It was my birthday!


Have you ever (​accid​ental​ly or not) set off a car alarm​?​
Yes. Can you imagine how desperate i got?!?!?!


Do you have dimpl​es when you smile​?​
No.


Do you find grave​yards​ scary​?​
No, it's just a place with bones of people who used to be alive.


Hones​tly - have you ever writt​en somet​hing on a bathr​oom stall​?​
No!


Have you even carve​d anyth​ing into a tree?​
Awww... Yes! :(


Do you read those​ celeb​rity gossi​p magaz​ines?​
Sometimes.


When you were a kid did you ever make up your own games​?​ What were they?​
Yeah! I used to play "restaurant" with my simblings.

O dia que descobri que ter um closet é importante

Era uma terça-feira. Tudo corria bem. A tarde estava ensolarada. Me deu uma vontade enorme de comer uma saladinha com coisinhas diferentes. Sai da universidade contente, a luz do sol me faz um bem indescritível. Fui na feira, comprei tudo. Voltei pra casa. Peguei o elevador, apertei no 4. Saí do elevador e percebi que meus queridos vizinhos amantes da Mary Jane ainda não tinham iniciado a hora de ver gnomos. Ai eu abri a porta de casa, feliz e sorridente com meus legumes, verduras e afins nas sacolinhas em tons de verde da feira. Meu Deus! Tava tudo tomado... pelo gás! Joguei minha bolsa no sofá e saí correndo pra pedir ajuda pros vizinhos, os mesmos amigos do Bob (Marley). É, o cheiro de gás não vinha da minha cabeça (lembrem-se que eu tenho surtos de cheiro... pode ser de cigarro, cocô, farinha e assim vai, por isso tive que confirmar). Ai fechamos a saída do gás do fogão, eu abri todas as janelas e fiquei lá. Olhando o movimento. Pensando na vida. Em como eu poderia ter ido pros ares e virado "Dani aos Pedacinhos Flambados" (yummy). Acontece assim, não é? Quando a gente menos espera. Boom! Explodiu! Catapoft! Virou fumacinha. Fiquei triste naquela hora. E o cheiro continuava. Senti muita saudade da minha mãe. Liguei pra ela, que já atendeu com o famoso "que foi menina". Ai eu contei. Ela exigiu que eu ligasse pros bombeiros. Ai vem a melhor parte. Não gosto de desobedecer meus pais. E quando mãe fala, meu amigo... tem que obedecer. Liguei pros bombeiros, que disseram pra eu descer e esperar por eles na frente do prédio. Cinco minutinhos depois lá vem eles. Emocionante! Aquele caminhão enorme vindo Uoooooooon pelas ruas da Cidade Baixa pra salvar a pobre princesa indefesa que tava com medo de explodir pq o gás não ia embora! Eu ria por dentro, mas fiz cara de séria e preocupada. Subiram no meu apartamento e, realmente, o cheiro de gás não parava. Entraram no meu quarto. Que horror! Foi ai que eu descobri: preciso de um closet! Sou o tipo de pessoa organizada, mas que quando bagunça... poe tudo a baixo! Principalmente quando tô indecisa. Aquele era um dia de indecisão. Não sabia nada, nem que roupa vestir. Tudo feito de algodão, jeans e similares estava jogado em cima da minha cama. Eu não consigo enxergar as coisas quando elas estão dentro do guarda-roupa! Resultado: fiquei com vergonha da bagunça e eles, os bombeiros, salvaram a vida da princesa e de todos os outros moradores do prédio. A central de gás tava vazando. Se não fosse a Dona Sandra, todos tinham ido pelos ares e eu nunca ia descobrir a intensidade da minha necessidade por um closet.

Já viram A Encantada (Enchanted)? É lindo! A melhor música é essa:


Survey


Are you happy with your given name? Hm... yes.

What is your guaranteed weeping movie? A walk to remember

What is the one thing you like to do alone? Walk on sunshine (oh oh)

What’s a major fear of yours? Not getting married (LOL - I don't have one really)

What type of character would you play in a movie? Princess

What do you carry with you at all times? My mobile and lipstick (actually i always have 3 or 4 kinds of lipsticks with me)

Do you prefer to stand out or blend in? Blend in

What kind of first impression do you think you give people? People always think I'm too spoiled (but I promise I'm not)

Favorite communication method? Talking looking in the eyes

What is your hidden talent? I can cross my eyes (it's amaaazing)

How many drinks before you’re tipsy? I don't need to drink, I act tipsy all the time

Do you have a problem changing clothes in front of friends? Nope

What should you be doing instead of this? My research HAHA

Who was the last person who called you? João

What is the last gift you gave someone? I can't remember. Oh! I gave my friends some candies...

Does everything happen for a reason? YES

What is your biggest headache lately? My research

Do you consider yourself to be a nice person? Of course, if I don't think I'm a nice person, who will???

Have you ever pierced your own body part or that of someone else? NO

What kind of watch do you wear? I don't

Do you cry in front of your friends? Need to answer this one?

Would you die to save the life of someone you dearly love? Definitely

Do you like thunderstorms? Not really, kind of scary

What was your first job? Architecture office

Favorite word lately? Egua HAHA

What’s the strangest thing that’s happened to you in the past week? Had the most weird dreams on earth

What is the little physical habit that gives away your insecure moments? Hm... can't remember right now

Do you talk a lot? When i want to

What do you typically order at a bar? Water

What’s one thing you’re a loser at? My research HAHA

When’s the last time you made someone cry? Last week

Do you like the rain? No

Who was the last person you talked to in person? Lisiane, Juliana and Adriana

What are your plans for the weekend? I'm going to EAT

How much money would it take for you to give up the internet for a year? Man... that's hard to answer... but I guess A LOT of money

Where’s your ideal marriage location? Hm... I want to get married during the afternoon, that's just what I want

What do you cook the best? Shrimp risotto

What kind of books do you like to read? All kinds

If you win the lottery, what would you like to do? Travel all around the world

If you don’t like a person, how do you show it? I try my best to start liking the person

How long have you known your best friend? Since I was 9

What are you listening to? Nothing

What was the last thing you laughed at? My friend Luciana and her stupid stuff

What’s the funniest, most embarassing experience you ever had at your job? I always forget important meetings! :(

Lai-á! Lai-á!

Hoje o dia aqui em Porto Alegre me lembrou muito Belém. Chovia, molhava... Ai parava. Chovia, molhava... Ai parava. Assim que é lá de onde eu vim. Todo dia chove, todo dia molha. Todo dia. E chega até a ser estranho. Porque por mais que chova, que a chuva molhe as tardes, tudo continua quente.


Eu procurei a música que lá em casa se canta quando começa a chover, mas o tal do youtube não tem ela ainda. Nem o tal do meu computador. Mas vale a pena ler. Quem escreveu e canta a música é o João Alexandre. O cara é um poeta. Leiam, vale a pena.


E uma semana muito especial pra todos nós!


Belém do Pará

Tarde molhada de chuva não é novidade de quem vive aqui. O jeito feliz da cidade, a felicidade como eu nunca vi. Quem dera não houvesse tristeza, quem dera só restasse alegria. Quem te vê, quem te viu, já conhece o Brasil da cultura e da história e da lida. É bom ouvir canções do teu povo.É triste ver o peso da dor. Bem ou mal tanto faz no Teatro da Paz, onde a arte se encontra com a vida. Vim parar no Pará e encontrei todo bem, no calor e no amor de Belém...

Madeiras, mulheres rendeiras, botos, seringueiras e os barcos nos rios. O povo repleto de vida divide esse dom de vencer desafios. A índia linda é um dom marajoara. Castanhas, açaís, buritis. Quem te vê, quem te viu, há de amar o Brasil das colônias e das plantações. É bom saber que existe esperança, é triste ver o verde acabar. Quando o mal se desfaz todo bem vale mais, mais que os homens que pensam em seus milhões.

Vim parar no Pará e encontrei todo bem, no calor e no amor de Belém
.

Minha cidade querida. Lá em casa a música termina assim: Lai-á! Lai-á! Adeus Belém do Pará...

Isso...


Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança
para acontecer de novo e não consegue.

Adriana Falcão

Filme

Hj a tarde eu tava dobrando a roupa seca do varal, me perguntando sobre o que eu escreveria hj. Ai eu me lembrei de uma coisa agora que eu tinha lembrado naquela hora. Vcs sabiam que eu tenho uma teoria estranha sobre a vida? Sabe qual? A seguinte: eu tenho quase certeza de que cada um vive a vida, mas na verdade cada um faz parte do seu próprio filme. Parece doidice, né? Pode até ser doidice. Mas se vcs pararem pra pensar, acho que vão concordar comigo.

A coisa funciona mais ou menos assim: cada um de nós é o ator principal, o protagonista do seu filme. As pessoas mais próximas de nós são os coadjuvantes. Uns com mais importância, outros com menos, de acordo com a situação. As pessoas que não conhecemos, aquelas que andam na rua e não olham pra camera, são figurantes c
ontratados pra dar "volume" às cenas. Elas podem fazer pequenas participações nos nossos filmes ou até mesmo se transformarem em coadjuvantes. E cada filme individual vai seguindo com capítulos que se encaixam um nos outros, onde cada um tem oportunidade de escolher quem vai dirigir seu filme e entrega ele nas mãos de alguém. Pode ser vc mesmo, um amigo, um amor... o meu filme está entregue nas mãos de Deus.

Tá meio confuso, né? Vou tentar explicar melhor (eu sou enrolada mesmo, eu não teria paciência de conversar comigo mesma, tem vezes que meus pensamentos viram ciclones dentro da minha cabeça). Certo, na minha vida, por exemplo, os capítulos geralmente duram 1 ou 2 semanas. Os capítulos sempre têm algum assunto específico, é o assunto principal do capítulo. Se eu tiver conversando sobre o sol, td vai girar em torno do sol. Um dia ele vai tá quente e eu vou me importar fortemente com a quentura, outro dia eu vou ver uma blusa de sol, outro eu vou querer pegar sol (e não vou poder, pra variar... pq nessa cidade só faz frio). Entenderam mais ou menos? Se vcs pararem pra observar, nossos filmes têm até trilha sonora. Nesse capítulo que eu tô vivendo essa semana as músicas têm um tema: o amor. Talvez esse seja o tema do capítulo atual também. Tá tudo girando em torno disso. Que coisa! Espero que vcs não tenham achado que eu falei muita besteira dessa vez e voltem outras vezes. Prometo que eu vou tentar falar sobre coisas mais interessantes.

E pra vcs um soneto que eu gosto muito que antigamente eu sabia de cor. Camões é fácil de decorar.
Amor é fogo que arde sem se ver

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;

É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

Luís de Camões

He is love

Cheguei em Porto Alegre. Meus planos ficaram todos desencontrados, não dormi a noite inteira. E ainda tô morrendo de sono. Como pode? Estranho chegar nessa cidade, ela já é meu lar. Estranho também ir pra São Paulo. Lá também é meu lar. Então... hj eu cheguei aqui, apreensiva e morrendo de vontade de conversar com uma amiga minha (identidade não revelada pq eu tenho medo dela hihi). Uma amiga muito querida a quem quero bem, quero que seja feliz sempre. E o resultado dessa conversa foi uma pergunta que ficou quicando na minha cabeça: como pode ser assim o amor? O mais sublime dos sentimentos se faz simples quando não o complicamos. Se faz presente quando não o deixamos se ausentar. O amor é uma decisão. Ama-se por amar. Simplesmente por isso...

Não sou uma pessoa de frases prontas, não costumo me basear no que as pessoas, simples pessoas como eu, dizem. Mas sempre que me vejo em apuros, as sábias palavras do Autor da minha vida vêem a mente. Aquelas palavras são vivas. Sim, as palavras da Bíblia. Tenho alguns trechos decorados. Intensidade de vida que saem dali. Tudo fruto de anos de estudo, tentando entender como pode algo escrito há tantos anos ainda surtir efeito na vida das pessoas? E eu tenho a resposta: pode pq nunca ninguém nos amou assim, da maneira que Deus nos ama e continuará nos amando, não importa o que façamos. Pq Ele é amor. E de lá a mais simples, mais doce e mais completa definição do que
é o amor, escrita por aquele que nos amou primeiro, mesmo nós não merecendo.

"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos; Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor."

(2 Corintios 13)

Help!!!

Eu tenho que escrever! Rápido! Em meio a minha respiração ao melhor estilo cachorrinho que nem mulher grávida que está prestes a dar a luz, eu venho aqui dizer pra vcs que eu deveria estar lutando a favor dos meus experimentos químicos, mas eu não quero mais!!! Eles me geraram um trauma tão imenso que até mesmo o correio me faz sentir palpitações initerruptas e insistentes no coração. Que horror! Odeio meus experimentos químicos, mas eles estão chegando ao fim. Graças a Deus. Ai vou poder ser uma bióloga feliz.



Ah! Vou comer sushi daqui a pouco. Faz bem pra pele. Pelo menos pra minha.
Aqui que eu vou, olha: http://www.gendai.com.br

Howdy ho

Talvez pareça bastante sem nexo o que vou escrever aqui. Acabei de escrever um email pro meu pai, coisas de relacionamento pai e filha, e quase que imediatamente a janelinha do msn sobe com o Josh (thanks dude, always giving me the best blog ideas) e um inusitado "howdy ho". Por que cargas d'água um californiano vulgo irmão da Shanelle (linda, amo vc - hope you read this) viria me cumprimentar com um "oi" no melhor estilo "americano daqueles bem breguinhas que moram no sul dos Estados Unidos"? Pensei um pouquinho, um pouquinho só pq às vezes eu sou até que um pouco inteligente. Ai eu descobri. Por que existem maneiras diferentes de dizer "oi"? Não bastava um Alabamiano dizer "hi"? Pode até soar besteirol, mas isso acontece pq as pessoas são extremamente diferentes umas das outras. Ai, meu ouvido tá doendo (desculpa, eu precisava dizer isso, acho que eu descolei meu tímpano, dói muito). Mas enfim... como o mundo seria chato se todos fossem iguais. Imagina só: mesmas decisões, mesmos sentimentos, mesmas reações diante dos fatos. Como o mundo seria sem gosto. Imagina vc sonhar só sonhos iguais aos seus. Não ter o gostinho de torcer e tentar concretizar o sonho de um amigo, um irmão, alguém próximo a quem vc quer muito bem seria tão, tão, tão... sem vida! Ser diferente do próximo é viver numa constante busca pela conformidade que, muito provavelmente, nunca vai acontecer. Sempre que eu penso nisso me lembro daquela balança que deve existir nos relacionamentos: uma hora estamos um pouquinho em cima, outra um pouquinho mais pra baixo. Mas sempre temos que buscar ali aquele alvo, tentar pensar o mesmo que o outro. Mesmo sendo diferentes. Que coisa mais estranha é viver, né? Que coisa estranha se relacionar com os outros seres humanos viventes.

Ah, continuo em São Paulo. E agora tá frio. Doidice, não é? Não duvido de mais nada nessa atmosfera.

Tá muito calor!

Pois bem, meus queridos, minha pessoa se encontra na calorosa São Paulo. Algo meio estranho falar que essa cidade é calorosa. Na real me refiro ao calor catastrófico (quem manda ir pra Porto Alegre, virei fresca agora) que tá fazendo aqui e não às pessoas extremamente frias que nunca, jamais, never ever ever ever irão olhar na sua cara se vc se estabanar no chão. No máximo vão sair de perto pq, sei lá, pode ser que vc seja alguém fugindo da polícia e escorregou e ninguém quer que sobre pro seu. Ontem pensei umas três vezes antes de sair de casa, pensei que eu ia derreter. Ah, e antes que me perguntem, vim aqui ver meu namorado e de quebra o Longuinha (Fellipe Francisco, meu irmão). E sigo a vida nesse vai e vem louco, não é mesmo, meus amores?

Certo, isso é um tapete e eu tava fingindo ser uma ovelha. Que boba, não?

Curtam ai embaixo um Quintaninha que passarão e passarinho:

"Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre... E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor. Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém... E poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto. Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho... Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida proporciona,que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento... e não brinque com ele."(Mario Quintana)

Your Song


Uma música pra nós, mulheres intensamente apaixonadas pelos sonhos plantados em nossos corações. Deus nos abençoe e permita que coisas surpreendentes aconteçam sempre, de acordo com a Sua vontade. That's life!

Quando se está sem assunto

Bem pessoas queridas do meu coração de melão... Confesso que eu fiquei o dia inteiro pensando em algum assunto pra escrever aqui. E como eu estou completamente sem assunto (apesar das contribuições altamente filosóficas do Josh para que eu comentasse sobre o Bush, sobre a Bíblia ou até mesmo sobre as calças jeans super skinny que tomaram conta da humanidade fashion), resolvi comentar aqui um pouquinho sobre a arte de não ter assunto nenhum. Caramba, tem coisa mais chata do que isso? Geralmente acontece assim: vc é apresentado pra alguém e a pessoa é tão chata, tão sem graça que os comentários entre vc e ela nos primeiros 15 minutos de vida em comum é "prazer, danielle... prazer fulano... legal". Ai que coisa horrível quando não se tem o que conversar com as pessoas. Que coisa horrível quando não se sabe o que escrever no Blog (Piripimpim eu te amooo! Piripimpim eu te amooo! Piripimpim eu te amooo!).

Era pras pessoas terem tipo um buscador de assuntos na cabeça,
sabe? Acho que a gente tem isso. Se chama cérebro, será? Qual a parte do cérebro que armazena os assuntos? Como essas coisas de biologia não pertencem a minha pessoa, fui procurar no Google mesmo o que poderia ser feito quando não se tem assunto pra postar no blog. Achei isso que vou colar aqui embaixo no Memórias Fracas (não é blog de alguém que eu conheço e eu ainda não li td que eu colei ai embaixo, se vc quiser ler bacana... depois me conta a melho parte):

A infalível lista de assuntos que nunca vão se esgotar

1. Notícias.
Essa é a mais infalível de todas. Notícia tem o tempo todo, basta tentar achar aquela com a qual o público do seu blog vai se identificar com mais facilidade. Só faça o favor de copiar e colar os textos. Blog é opinião.2. Resenhas de livros e filmes.

2. Resenhas de livros e filmes.
Outro assunto que vai depender da temática do blog, ou da flexibilidade com que o autor costuma passear por vários assuntos dissonantes dos habituais. Evite os lugares-comuns. Tent
e achar um aspecto do filme ou livro que ainda não foi resenhado e será bem mais fácil atrair a atenção e posterior opinião dos leitores.

3. Histórias/Crônicas.
Contar histórias é sempre bom, mas não é todo mundo que sabe fazê-lo. Eu de vez em quando me pego pensando em como inventar crônicas, mas na maioria das vezes acabo desistindo. Sou muito mais propenso ao discurso argumentativo/opinativo.

Quer saber o que é contar histórias bem? Dê uma olhada no Substativolátil, da Mirian “Mobilon”, ou no Comentários Abertos, do Flávio Voight.

4. Moda.
Escreva sobre os hypes do momento. Esta dica, no entanto, de
ve ser usada com precaução. Você poderá não ser bem visto pelos freqüentadores habituais do seu blog. Usar sempre hypes acaba até mesmo sendo ofensivo à inteligência dos leitores. Já se o seu único objetivo é ganhar dinheiro, siga em frente que este é um bom caminho.

5. Lista.
Invente a sua própria lista de qualquer coisa, desde que seja interessante ou relevante ou pelo menos funcional. Por exemplo, “a lista das melhores cenas de High School Musical 2” certamente vai atrair montes de visitantes. Mas assegure-se de que no post realmente estão listadas as melhores
cenas do filme da Disney.

Vale lembrar que para todos esses casos sempre há a necessidade de que o texto seja bom, bem escrito e que prenda a atenção do leitor. No mais, na blogosfera pode-se tudo. Quem vai decidir se você sobrevive ou não é quem acompanha seu trabalho. Respeite essas pessoas.

Boa, não é? Prometo que da próxima vez algo bem interessante será pauta do meu Blog querido. E pra vcs uma foto minha com a minha amiga Aline Toalhinhas (que está casada e muito feliz em Manaus), enquanto a gente batia um papo cabeça no banheiro... sempre a gente tem assunto com os amigos, não é?

I'm not so sure

Pois bem, aqui estou eu a escrever. Acabei de ver que tem uma marca roxa na minha mão, desculpa eu precisava falar isso. Mas enfim... Ontem eu tava ouvindo uma música do Paul McCartney, se chama This never happened before. É uma das músicas que eu ouço, ouço, ouço e não enjoo. Ai ouço mais uma vez. E continuo sem enjoar. A melodia é linda, minha maior vontade é pegar a partitura dessa música, um belo piano e tentar tocar. Pena que meus dedos não se coordenam mais como antes. A letra, apesar de muito simples, é a mais pura realidade. Vcs já pensaram como é bom ter uma companhia? Um alguém com vc sempre? Por mais que o tempo passe, as circunstâncias são sejam as mais favoráveis... eu penso que é bem melhor sermos dois do que um, sermos companhia do que sermos sozinhos. This is the way it should be for lovers, they shouldn't go it alone. Não é bom estar distante...



Mãe, tô com saudade de vc!

The princess and the passenger


Venho através deste post obrigar e exigir que vc seja feliz!!! Mesmo se vc goste de música country que nem eu gosto... Ouçam ai: Secret Smile (Rascal Flatts).



Porto Alegre é demais, plim!

Um belo dia eu acordei e decidi que eu deveria mesmo fazer mestrado. A minha mãe (Dona Sandra, só chamo ela assim, não adianta... é pra imitar uma moça que trabalhava lá em casa e que td chamava a minha mãe: Dona Sandra, Dona Sandra!)... pois é, ela sempre disse que eu deveria fazer mestrado pq eu ia me dar bem... sei lá exatamente o que ela queria dizer com isso, mas sabe como é, né? Quando mãe fala, meu amigo... tá "dizido"! Ai eu fui atrás e achei o Norie. Vou confessar que eu nunca tinha ouvido falar desse lugar. Sabe como é... eu nunca fui nerd o suficiente pra cavucar na internet algo além da vida dos outros no Orkut. Mentira, eu não fico atrás da vida de ninguém. Ha! Pois é, e a história do tal do Norie termina aqui onde estou. Vim pra cá, moro em Porto Alegre e posso dizer que aqui nessa bendita cidade eu tive até o presente momento os melhores e piores momentos da minha vida! Só quem respira fundo, faz as malas e se muda pra nowhere (essa palavra tem um significado pra mim e não interessa se o sgnificado real for outro: quer dizer lugar que eu nunca fui na minha vida e que não sei quase nada a respeito nem ninguém que mora nele) sabe como é barra estar distante das pessoas que vc ama, daqueles que faziam parte do seu dia-a-dia. É angustiante muitas vezes. Tem dias que eu sinto falta dos vizinhos barulhentos que moravam no andar de cima. Do flautista, um louco varrido que ficava andando pelas ruas do bairro que eu morava em Belém tocando flauta. Pior que ele tocava bem. é engraçado que as vezes passa um carro conhecido e eu tenho impressão que o carro vai buzinar ou parar pra me dar uma carona, pq poderia ser a tia Helena, minha mãe ou algum amigo meu. Eu sinto falta das pessoas. Mas do outro lado... eu tenho esse espírito de aventura dentro de mim. Eu me realizo quando faço uma coisa diferente, quando consigo superar o que eu sempre fui. É legal! E vir morar aqui foi uma dessas superações que me deixou muito bem. Eu fiz amigos queridos, que eu espero ter pra sempre. O gostinho de poder chegar em casa e simplesmente não querer arrumar nada pq eu não tô afim é a melhor sensação do universo. Ninguém me enxe! Na verdade ninguém nunca me enxeu, mas é bom fazer o que dá vontade. Just living life... Eu fico pensando, sabe... ano passado foi o pior ano da minha vida. Esse tá sendo o melhor. E vai melhorar ainda mais, prometo pra vcs! :)

Por-do-sol de Porto Alegre - amo isso, sabia?
A foto de cimão foi o Longuinha quem tirou e essa aqui o João.

Redenção

Como eu disse no meu último post, eu moro em Porto Alegre. Me mudei pra cá no dia 10 de março de 2007 pra fazer mestrado na UFRGS. Nunca tinha vindo aqui, td aconteceu meio que na cara e na coragem, como muitas coisas que acontecem na minha vida. Cheguei aqui num lindo dia de sol, era domingo... que nem hj! Mas era verão. Meu primeiro passeio foi encontrar o tal Parque da Redenção. Foi engraçado... eu andando sozinha meio que seguindo a direção do sol. Ai cheguei lá no tal Parque e não larguei mais! Adoro aquele lugar. Agora eu moro umas duas quadras dele... na Rua da República, alguém conhece? Acho que ir dar uma volta na Redenção é um dos passeios que eu mais gosto de fazer nessa cidade. Eu sempre vou com as minhas amigas, vou também sozinha, ou com o João quando ele vem! :) Tem coisa melhor do que um lugar cheio de gente diferente, onde vc pode sentar na grama e relaxar? Onde se pode assistir aqueles aspirantes a staff do Cirque du Soleil (tá, isso vc lê fazendo biquinho) jogando volei com malabaris? hehe Onde já se viu, né? Na Redenção se vê. Também tem o tio que fica com um som de carro no banco vendendo o cd dele de gaita. Aquela música me dá um sono! Seria uma boa idéia comprar um pra colocar pra tocar nas minhas noites de insônia. Acho que eu só não gosto do cheiro ruim de maconha que bate de vez enquando. Ninguém merece, né? Ah! Falta eu comentar ali do Brick... pra quem não sabe é uma feirinha de artesanato e coisas antigas que acontece aos sábados e domingos. Falando nisso, me lembrei agora que tenho que ir lá comprar uma flor de couro, daquelas que se poe no cabelo... eu vi uma lá feita a mão. Coisa mais linda! Domingo que vem, se não chover, eu compro! Ou não... sei lá! hehe Pessoa confusa essa, não é?

Eu e a Dona Sandra
Eu e o Longuete
Eu e a Rayssa
Meu amorzinho...Angel, Ju e eu jogadas na grama
Umas coisas velhas do Brick

Hoje é Sábado!!!

Vcs já perceberam da dimensão ultra espetacular que é o sábado? Bom, se pra vcs não tem uma dimensão assim especial, pra mim tem. É o dia mais legal da semana, quando vc se livra dos dias de trabalho da sexta-feira e ainda tem o domingo no próximo dia pra descansar. Vou contar um pouquinho de como era minha rotina "sabadal" quando eu ainda morava em Belém. Geralmente era assim: as 9 da manhã minha mãe me acordava, a gente se arrumava e ia pro Grêmio Português pegar sol, ficar de boas na beira da piscina, fazer sauna, tomar picolé de tapioca e voltar pra casa. Era esse o motivo do meu bronze tchararan de quando eu morava em Belém. Agora, meus queridos, sou uma pessoa alva como a neve. E eu odeio isso, preciso de sol, piscina, praia! Hm... sabe que eu não me lembro muito dos almoços aos sábados. Acho que a gente não comia nada, só ficava mesmo de bobeira com a Dona Sandra. Ai quando a gente voltava pra casa eu ia me arrumar e ia pra igreja com meu irmão mais novo. Pra quem não sabe, em Belém eu sou da Igreja Batista Sião. Depois da igreja sempre tinha algum programinha... ou a gente ia comer, ou a gente ia comer, ou a gente ia comer! hehe E depois disso a gente ia passear na casa de alguém, fazer bagunça até dizer chega. Poxa, agora não tem mais isso. Como agora eu moro em Porto Alegre, meus sábados estão destinados a passeios não muito programados, mas que me divertem também. Tá sem graça isso que eu to escrevendo hj, né? Eu to cansada! Ainda bem que hj ainda é sábado e amanhã eu tenho quase o dia todo pra descansar. Bom restinho de sábado pra vcs!
Certo, aqui uma fotinho de sábado a noite na casa da Rayssa alguns mil anos atrás.
Eu com as minhas meninas lindas também sábado a noite, da última vez que fui em Belém.

E a pobre da Aline querendo caber no carrinho. Coitadinha...

Carro

Então, pessoas queridas! Acho que todo mundo que já entrou aqui no meu Piripimpim (ultra super mega awesome) já sabe o quanto eu estou empolgada por ter um blog. É que na verdade eu sou assim, sabe. Eu fico extremamente feliz com determinadas coisas sem muito sentido. Acho que todo mundo tem um ladinho assim meio desvairado pra determinadas situações. Na medida do possível, eu não poderia deixar de ser menos humana, né? Mas vamos ao assunto de hj. Vc vai precisar de papel, caneta e uma tesoura sem ponta. HA! Quem se lembra dos programas da Eliana? Eu amava a parte desses artesanatos infantis. Tá, mas não é disso que eu quero falar hj.

Acreditem ou não, vou falar de carros! Sim, eu gosto muito desse assunto. Talvez seja porque meu namorado é a pessoa que mais entenda de carros na face na terra e, depois de 4 anos e 3 meses juntos, eu fui contaminada. Hmmm! Pensando bem, não foi só por isso. Acho que td começou mesmo em casa. Meu pai sempre teve os carros mais velozes da vizinhança e meu irmão do meio é alucinado por velocidade também. Apesar das altas tecnologias desenvolvidas hj em dia, dos botões que se vc aperta uma vez acionam o turbo jet tabajara e se aperta duas coçam o seu nariz, na real o que eu gosto mesmo são aqueles carros antigos, banheiras enormes que eu tenho certeza que eu não conseguiria estacionar em lugar nenhum (sim, eu assumo... sou péssima nisso). Sabe pq? É que eu fico pensando "como aqueles caras tinham aquelas idéias de fazer carros quase rococós de tão rebuscados e detalhados que eram". É sim, as composições da lataria com os materiais de dentro, de fora, dos lados, o brilho das calotas dos pneus... isso me encanta profundamente. Muito mais do que esses carros lançados hj em dia no mercado. Pode ser até uma opinião meio medíocre. Mas gosto, meu bein... é que nem nariz, cada um tem o seu, concordam??? Eu queria ter um carro desses, sabe. Ai ia mandar uma carta pro Pimp My Ride e esperar o X-Zibit fazer uma transformação geral no carrinho. Hm... pensando bem, acho que eu preferiria mesmo ter o meu Jeep Wrangler que eu sempre quis ter desde criancinha. Eu não falo nada com nada, né? Que coisa! haha Mas é verdade, meu sonho ter um Jeep Wrangler preto pra eu andar de capota baixada num dia de sol como o que tá fazendo hj. Prometo que um dia eu compro um pra mim.

Enfim, eu não sei nome de carro antigo, galera. Mal decoro o nome das pessoas que eu conheço, imagina de carros que eu vejo uma vez na vida outra na morte. Mas eu fui no Museu da Ulbra com o João (esse é meu namorado) e aqui no meu computador eu tenho foto de todos os tipos de carro que vcs podem imaginar. Coloquei os que eu mais gosto, beleza?
Jeep Wrangler, meu sonho! Aceito doações! :)

Ruy Ohtake

Como boa arquiteta que sou, hoje vou falar um pouquinho sobre o Ruy Ohtake. Não pensem vcs que vou começar a dizer seus grandes feitos e coisa e tal. Pra isso deixo aqui algumas fotinhas das suas obras (Ohtake Cultural e Hotel Unique, ambas em São Paulo). Please, my dear friend "gringo medio mexicano", forgive me because I won't type in English today.



Vou falar mesmo do dia em que virei amiga de infância do tio Ruy! Acham que é mentira? Pois coloquei a foto ai embaixo pra provar. O fato é o seguinte: em outubro de 2006 aconteceu o XVIII Congresso Brasileiro de Arquitetos em Goiânia e é claro que eu fui. Tudo pronto pra enfrentar algumas "horinhas" de ônibus de Belém até Goiânia. Junto com meus cremes, secador, roupas e mais roupas (porque a indecisão é um sentimento inerente da minha pessoa), dessa vez também levei na mala um caderno que tinha seguinte função: cada pessoa que assinasse nele teria que contribuir com uma graninha pra ajudar na minha formatura (vale lembrar que só faltava aquele semestre pra eu me formar). Sim, eu tive essa cara de pau! Fazer o que, né? Mamãe não é socialite que herdou as grandes fortunas provenientes da Belle Epoque paraense e papai não é um grande empresário da construção civil. Pois é, chegado o dia da abertura do Congresso, eu e todas as minhas queridas amigas da arquitetura (um beijo pra Lari, pra DeeDee, pro Stephen, pra todos) nos arrumados e a gente foi pra lá pra um lugar lindão onde seria a festa. Certo, o grande homenageado da noite era o Ruy. Então ele tava lá na frente, envolto em pessoas importantes do mundo dos metidos arquitetos famosos. E eu não sei muito bem o por que, mas eu me desafiei a mim mesma a ir lá com o tio Ruy e arrancar uma pequena ajuda de custo dele, né. Depois de me chamarem de "doida, tu não tem coragem" eu fui lá. Em meio aos holofotes, flashs e pessoas que só querem aparecer (eu não, né? haha), conversei um monte com o tio Ruy, conheci os tios amigos dele que estavam ali na mesa e adivinhem, só? Ele sim, assinou no meu caderno... mas não me deu nenhum centavo, caramba! Mas valeu, pelo menos daqui alguns anos quando eu passar na frente do Hotel Unique e um dos meus filhos me perguntarem se aquilo ali é uma melancia, vou poder dizer que: não, meu amor... é que o senhor que fêz isso gosta muito de frutas. Nada ver, né? haha

Então aqui embaixo estão algumas fotinhos da viagem:


Essa foi em Brasília. Essa no dia da abertura d o Congresso, em Goiânia.

E aqui o tio Ruy e seus amigos.